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Saiba como solicitar o auxílio de inclusão digital da UEMA na retomada das aulas

UEMA lançou programa de auxílio emergencial que vai disponibilizar pacotes de internet gratuita para 5 mil alunos.

Com as atividades suspensas desde o mês de março, a Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) se prepara para reiniciar o primeiro período letivo de 2020 com uso de tecnologias digitais e em caráter remoto no dia 24 de agosto. Para compensar a defasagem de acesso à internet, que afeta lares de todo o país, a UEMA lançou um programa de auxílio emergencial que vai disponibilizar pacotes de internet gratuita para 5 mil alunos.

Quem pode solicitar?
Podem se inscrever no programa estudantes matriculados em cursos de graduação presencial ou Educação à Distância (EaD), Programa Ensinar ou Programa PROFITEC, com comprovada situação de vulnerabilidade socioeconômica.

O que oferece?
O auxílio emergencial de inclusão digital vai ofertar até 5.000 (cinco mil) SIM CARDs, com plano mensal de dados móveis (3G/4G), via Serviço Móvel Pessoal (SMP) com pacotes de dados de 20 GB mensais, para que os estudantes possam ter condições técnicas de acesso à internet.

Qual o prazo de inscrição?
O prazo para inscrição no processo seletivo começou na quinta-feira (16) e se estende até o dia 27 de julho.

Seleção
Para os estudantes dos cursos presenciais, todas as etapas do processo seletivo serão efetuadas pelo Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (SigUema). Já para os estudantes dos cursos EaD, o processo será feito via sistema de seletivos, pelo site da UemaNet (seletivos.uemanet.uema.br).

Condições para participar
Renda familiar bruta mensal per capita de até um salário mínimo e meio e ausência de vínculo empregatício são alguns dos critérios para concessão do benefício.

Edital
Acesse www.uema.br e confira a íntegra do edital.

Inclusão
De acordo com o reitor da UEMA, Gustavo Pereira da Costa, a medida foi adotada após levantamento realizado pela universidade apontar “um contingente de estudantes na UEMA que tem dificuldade de acesso à internet”.
“Não é uma política universal, é uma política para atender aquelas pessoas que comprovarem a sua situação de vulnerabilidade econômica. Era impensável promover as atividades remotas sem um olhar que assegurasse a inclusão digital de parte de alunos que tem essa dificuldade”, explica o reitor.

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